Um pouco de bom senso não faz mal a ninguém.

Bom senso não depende de títulos acadêmicos, e sim de experiências de vida e principalmente, da observação dos acontecimentos. Não é só observar, mas também absorver, memorizar o que podemos e o que não podemos fazer e seguir

Desnecessário se precipitar e emitir uma opinião em favor de alguém que chegou no grupo agora. Todo cuidado é pouco, principalmente quando se trata de políticos em ano de eleição.

É fato que existem os acordos, contudo, não tem coerência você bater tanto em alguém quando está junto de seu adversário, e logo depois, porque a pessoa aceita um convite para ficar do “seu lado”, você briga até embaixo d’água em defesa do “cidadão”.

Questionável essa atitude.

Sabemos que não vamos mudar o cenário político em 4 anos. Serão necessários muitos anos. Porém, enquanto não mudarmos nossas atitudes, o cenário permanecerá o mesmo ou pior.

Também sabemos que grande parte ou quem sabe todo brasileiro tem um “pezinho” no comunismo, afinal foram décadas de doutrinação. Agora saber que esse é um caminho obscuro e querer permanecer só pela certeza que vai “derrubar” o adversário, ou é ingenuidade ou hipocrisia.

Aos políticos, um recado: o eleitor já não se contenta mais com pouco. Ou vocês colocam um candidato que seja aceito pelo povo ou sucumbirão em suas tramas de interesses, tendo em vista que mesmo sendo colocado de fora dos acordos, o povo também vota por interesse próprio.

Afinal, não é político que se torna ladrão; é o ladrão que se torna político.

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