Autismo: a fé como possibilidade de cura

É recorrente mães, pais e familiares mediante um diagnóstico de TEA (Transtorno do Espectro Autista) na família apresentarem nervosismo, insegurança e questionamentos sobre o que precisam fazer.

A partir de observações e convivência com crianças autistas venho tendo mais certeza que Autismo tem cura. Talvez, nesse momento da leitura muitos estejam me criticando ou até mesmo duvidando e quem sabe se perguntando como há cura se vários cientistas já comprovaram por meio de estudos que o Transtorno do Espectro Autista é uma condição que o indivíduo terá que conviver pelo resto da vida?

Certo. Pode ser que na área da medicina, realmente não haja cura, ainda. Porém, para aqueles que acreditam na espiritualidade e tem a certeza da existência de Deus, esse pensamento pode mudar.

Para quem tem fé ou diz ter, pergunto: Você acredita que Jesus ressuscitou mortos, fez cego ver, paralítico andar, multiplicou pães, dentre outros milagres conhecidos biblicamente?

Caso você responda sim, então há uma grande possibilidade de você acreditar que a pessoa considerada autista pode ser curada. Naturalmente, que a primeira coisa que se deve ter é Fé, e sempre acompanhado dessa fé haja um trabalho constante de profissionais e estímulos da família que possam facilitar a melhora do indivíduo.

Para aqueles que acreditam em Deus e em toda sua força, bem como acreditam que quando pedimos a Ele, se temos merecimento podemos receber, é necessário não se deixar levar pelo comodismo e por conversas externas. É de grande importância que a fé se inicie naquele que cuida, elevando o grau de otimismo o máximo possível. Sei que é difícil, pois, é comum termos pessoas que nos cercam que parece sentirem prazer em tirar o ânimo do outro.

Mas não se deixe abater. Acredite que sempre será feita a vontade de Deus, Basta ter fé e fazer sua parte. Não é porque a pessoa é considerada autista que você vai privá-la de viver. Trate-a normalmente, com os cuidados que seu corpo físico exige, mas deixe-a brincar, chame a atenção se fizer algo errado, deixe-a pular, conversar, mas não esqueça de mostrar que tudo há limites, ou seja, não mime um Autista.

Pessoas tidas como especiais precisam de amor e atenção, igualmente como qualquer outra. Se você observar vai perceber que todos nós somos limitados em alguma coisa, o que nos torna diferentes nas características, mas iguais quanto a sermos humanos.

Não importa o jeito que nascemos, o que importa é que Deus nos deu uma nova chance, tanto para cuidar quanto para recebermos cuidados.

Mas como cuidar de autista? Com amor, oração e fé.

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